3 de abr de 2015

#BadBlood - 15° Capítulo. [Explicit]


- Na última vez que sentamos aqui, nesse banco a Taylor chegou e nos abraçou, depois falamos do professor Jacob. – Selena disse abaixando a cabeça.
- É, hoje nenhum dos dois está aqui. – Respondi.
- Miley, você pensa o que sobre isso? Porque ela sumiu, se ela morreu, porque tanto mistério na vida dela... Sabe, quando ela estava perto eu sentia que eu era a melhor amiga dela e hoje eu sinto que mal conhecesse ela, que as coisas que eu sabia, era coisas comuns e não coisa de melhores amigas. Como eu e você, como ela e a Demetria...
- Independente do que acontecer ou que está acontecendo ela deve pensar em nós e nós devemos pensar nela. – Miley me abraçou. – E tudo isso que está nos perturbando na “verdadeira Taylor” não vai sair barato, ela nos deve justificativas e vamos cobra-la disso.

***
- Professor Jacob? – Uma voz feminina me chamou, me cutucando. – Hayley! Lembra?
- Hayley, como vai? – Me virei dando um rápido abraço. – É claro que me lembro.
- Vou bem e você? – Ela sorriu olhando para minha mão. – Feliz por talvez ser pai?

      Olhei para minha mão, vendo os dois testes de gravidez que estava segurando e baixei ainda sorrindo.

- E você faz o que aqui nessa hora? – Perguntei.
- Comprando tinta de cabelo. – Hayley respondeu levantando as mãos.
- Ah sim, vai ficar bonito. Gosto de você com o cabelo meio vermelho. – Sorri.

       Coloquei os dois testes de gravidez em cima do balcão, esperei a pessoa que estava na minha frente sair e paguei, colocando numa sacola plástica. Olhei para trás e Hayley olhava atentamente.

- Tchau, até mais. – Encostei em seu ombro, dizendo. Ela sorriu de volta.

         Apressei meus passos até o carro, entrei, coloquei a sacola no banco passageiro e parti olhando no retrovisor Hayley atentamente, ela já estava distraída com outra coisa. Ufa, acho que essa foi por pouco – pensei. Tenho que tomar cuidado com o que ela pode falar para seus amigos na faculdade. Não demorou quinze minutos para chegar na casa do Ed, para mais uma aula de violão. Estacionei ao lado da caminhonete marrom de Ed, abri a porta do carro pegando a sacola da farmácia e o violão que tinha comprado para isso. Subi os pequenos degraus e toquei a companhia, olhei em volta e pela primeira vez reparei que a casa era simples e bonita (x – sem piscina).

- Oi Jake, pode entrar. – Ed abriu dizendo, sua porta era transparente. – Eu e Taylor estávamos te esperando, estamos nos aquecendo aqui. – Ele riu.
- Trouxe o que te pedi? – Taylor me perguntou se levantando.

          Ed tirou o violão de minha mão, sentando no sofá com ele e eu acho que estava afinando novamente. Entreguei a sacola para Taylor e ela só olhou por cima.

- Eu não sei se faço agora, estou sem vontade de fazer xixi. – Taylor.
- Se der positivo, você vai saber de quem é, certo? – Perguntei.
- Não, por incrível que pareça ela tem dúvida sobre duas pessoas. – Ed respondeu por ela. – Pena que a ciência ainda não avançou para dizer quem é o pai logo de cara, no teste.
- Ed, por favor para! – Taylor olhou para ele com um olhar triste. – Profes... Jake, venha comigo que irei te pagar.

         Ela subiu as escadas e eu a segui para um quarto que parecia ser dela, tinha um gato em sua cama onde ela deixou a sacola. Taylor pegou sua bolsa e me entregou algumas notas, sem verificar a quantia ou me perguntar quanto custou.

- Ele é sempre tão duro com você assim? – Perguntei me referindo a Ed.
- É, quase sempre assim. Mas eu gosto, preciso de um amigo que seja durão como ele. – Taylor.
- Isso é bom. – Dei um sorriso. – Encontrei uma colega sua, acho que é colega, já te vi falando com ela... A Hayley.
- Você disse alguma coisa? – Taylor perguntou assustada.
- Não, ela acha que é para mim ou minha mulher. – Dei uma risada.
- É casado? – Taylor me perguntou.
- Não, sou solteiro. – Continuei rindo. – Por isso comecei a rir, não tenho mulher.
- Ah sim, não sei nada sobre você. – Taylor me encarou. – Isso é ruim, para mim.
- Para mim não. – Respondi um pouco grosso. – Hm. – Olhei para o teste em cima de sua cama. – O pai, você faz ideia de quem seja? De quem é sua dúvida?
- Entre o Theo, meu amigo e um cara que andei saindo. Estou ansiosa para fazer e estou com medo disso tudo. – Taylor falou olhando para o teste. – Me sinto confusa sobre isso, sempre soube como lidar com as coisas, sempre tive um passo à frente em tudo na minha vida e vem essa rasteira...
- Taylor, nunca sabemos o que pode acontecer em nossa vida, tudo é uma surpresa. – Peguei em seu ombro. – Eu posso te ajudar com isso, sempre que precisar pode decorrer a mim.
- Fico feliz em ouvir isso. – Taylor sorriu. – Já sei que você não é casado, um bom ator e companheiro. O que mais posso saber sobre você?
- Sou um livro aberto, se conseguir me ler... Leia. – Respondi.

***
       Desbloqueei meu celular e olhei as últimas chamadas, não tinha nada. Antes de entrar em casa, olhei a caixa postal ao lado da porta e não tinha nada. Johnny não enviou o seu mandato, pensei rindo comigo mesmo. Empurrei a porta que parecia emperrada e John e Katheryn já estavam em casa, dei um oi e tranquei a porta.

- Jared, onde esteve o dia inteiro? – John me perguntou.
- Sai, tenho uma vida fora daqui. – Respondi.
- Jared, eu gostaria de conversar com você, amigavelmente. – John veio até mim e sentou comigo no sofá. – Não falei nada sobre isso com Johnny hoje, ele ficou quieto o tempo inteiro, mas eu quero saber seu envolvimento com a Taylor.
- John, não fale da Taylor. Eu não quero falar sobre minha relação com ela com vocês. Entendam isso de uma vez. – Me levantei. – Não vou dizer nada.
- Eu só quero que você diga o pouco, não quero ver meus irmãos brigados por uma garota qualquer com ela. Pelo amor de Deus Jared, pare de ser orgulhoso por um minuto e me deixe te ajudar.
- Nunca mais fale que Taylor é uma qualquer! – Gritei avançando em John. – Nunca mais fale isso na minha frente, você não a conhece para dizer isso! – Apontei o dedo na sua cara. – Façam o que vocês quiserem, eu não ligo. Você, John, mais uma vez conseguiu ser uma sombra do Johnny, sempre foi assim. Ele faz e você repete os passos dele, não passa de uma sombra!
- Jared, você esta nervoso e eu não vou ficar nervoso por conta disso. – John disse paciente. – Como eu disse, só quero te ajudar.
- Não quero sua ajuda, eu não fiz nada para ter ajuda de alguém aqui. – Dei alguns passos para trás.

      John se afastou e virou as costas, saindo de casa. Olhei pela janela e ele só olhava para as gramas passando a mão no cabelo. Tirei minha jaqueta e subi as escadas, entrei no meu quarto e joguei minha jaqueta na cama. Ouvi barulho de motor, dei passos longos até a janela, afastei as cortinas e vi John saindo em sua moto.

- Idiota, Johnny II. – Bufei fechando a janela novamente.
- Eu não sei se fale a pena ver briga de família por um emprego. – Katheryn disse encostada na porta.
- Podemos brigar e você sair daqui também, se você quiser. – Falei para ela, tentando parecer amigável.
- Eu não tenho para onde ir, então... Acho melhor ficar na minha. – Katheryn respondeu.

       Katheryn foi entrando no meu quarto olhando em volta, ela passou a mão na minha cama e ficou me encarando. Fui no meu guarda-roupa e comecei a tirar minha roupa, ficando só de cueca procurando minha calça de moletom para vestir.

- Talvez não seja ruim ficar aqui, só com você. Enquanto eles resolvem esse problema. – Katheryn.

       Passei a mão pela minha barriga e dei uma risada, me virei para ela que já estava sentada na minha cama. Andei até Katheryn, ela passou a mão em meus braços, olhando em meus olhos. Peguei em seu rosto e a levantei lentamente, a beijei lentamente, enquanto passava a mão em seu corpo conhecendo suas curvas. Ela encostou suas duas mãos em minha nuca, terminei o beijo com um selinho e comecei a tirar sua roupa. Comecei com sua jaqueta e sua blusa de lã azul, seu sutiã abria pela frente, logo que tirei peguei em seus seios que eram lindos. Katheryn quis tirar sua própria calça, fiz o mesmo com minha cueca e quando já estávamos sem roupa, joguei ela na cama. Comecei a beijar seu corpo, abrindo suas pernas, beijando suas pernas até chegar em sua vagina, senti Katheryn puxando meu cabelo, enquanto fazia sexo oral nela, coloquei dois dedos mexendo com calma, ela gemia de uma maneira baixa misturado com sorrisos. Puxei seu corpo para perto do meu e sentei na beira da cama, passei a mão pelo meu pênis e pedi para senta-la, ela fez isso em segundos, grudei o corpo dela no meu e começamos a fazer movimentos lentos, ela gemia no ponta do meu ouvido com sopros quentes. Dei um tapa em sua bunda e acelerei os movimentos e automaticamente seus gemidos ficaram mais altos, Katheryn sorria e me dava selinhos, ficamos aproveitando a mesma posição e velocidade por um tempo, depois que conheci a Taylor não tinha aproveitado outra mulher dessa maneira. Katheryn era linda, tinha um corpo espetacular e era tão boa que me fez gozar rápido – coisa que eu não faço – ela não reclamou quando percebeu que tinha gozado dentro dela, na verdade ela só deu uma leve risada e se levantou, ficando de joelhos e começando um sexo oral em mim, já me sentia leve de todos os problemas... Apenas deitei na cama e aproveitei o boquete que ela estava me presenteando, era gostoso, era muito bom aquela sensação. Logo ela me puxou, sentando no meu colo novamente e arranhou com força do meu ombro até a minha cintura, realmente cravando as unhas, deixando marcas. Eu gemi baixo e fiz uma careta.

- Machuquei você? — Ela sorriu contra os meus lábios. 
- Foi uma dor gostosa — respondi. 
- Estou marcando território — Ela passou as mãos por onde havia arranhado, fazendo só carinho dessa vez. 
- O que quer dizer com isso? – Perguntei deitando ela em meu lado.
- Adivinha? – Ela retrucou a pergunta se levantando e recolhendo suas roupas.

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