O melodrama foi criado em meados de 2014 como um refúgio
criativo, um espaço dedicado a entreter, guardar e compartilhar histórias,
epifanias e sonhos de uma escritora, ainda que amadora, com leitores que
dividem o amor pelo universo literário e fan service. Seu principal objetivo é
entreter leitores que se identificam com o conteúdo armazenado e oferecer um
espaço onde narrativas possam ser lidas, relidas e preservadas ao longo do
tempo.
Da autora para o leitor, o desejo é simples: que você se sinta à
vontade. Este espaço foi construído com dedicação e carinho, e cada narrativa
aqui armazenada teve, em algum momento, um papel importante para quem a
escreveu. Foi neste refúgio que a escrita se tornou uma das mais belas formas
de recreação, expressão e permanência.
O melodrama seguirá sendo um espaço aberto e, ao mesmo tempo, íntimo. Um
lugar onde fragmentos de vida permanecem registrados. Foi aqui que a autora
encontrou acolhimento durante um luto intenso no início da adolescência e
descobriu, na escrita, uma válvula de escape. Entre palavras, surgiram
amizades, afetos e um amor profundo pela escrita criativa e leitura.
E por trás de todas essas palavras? Bom, sou Mirela. Nasci em uma
pequena ilha do sul do Brasil, cercada pelo mar, chamada Florianópolis. Hoje
vivo em Melbourne, na Austrália. Sou graduada em Direito e Letras, mestre em
Literatura, Memória e Cultura, e trabalho com o ensino da literatura e da
língua francesa — sempre acreditando na palavra como um espaço de encontro.
Sou fã de carteirinha de Taylor Swift desde que me lembro, gosto de
filmes e séries carregados de drama e suspense e, de vez em quando, recorro à
comédia para aliviar dias difíceis. Amo viajar, estar ao ar livre, colecionar
livros e discos, e estou sempre em busca de aprender. E, ao final do dia, quase
sempre estou escrevendo ou lendo.
E talvez por isso o melodrama nunca se encerre completamente.
Sempre há um texto inacabado, uma ideia que insiste em ficar, uma história
escrita sem compromisso com o fim ou dedicada a alguém especial. As
possibilidades são muitas — porque não se anda sozinha quando se tem a literatura
como companhia.
Fique o tempo que quiser, leia com calma e, se sentir vontade, deixe seu
comentário.
De qualquer forma, seja bem-vindo ao melodrama.