20 agosto 2017

BadBlood 2.0 | Epílogo.


Quatro anos após o homicídio de Lily Collins.
- Vai passando os meses e menos pessoas aparecem.

Olhei para trás e sorri ao ver Taylor Lautner com um buque de flores para colocar no tumulo de Lily. Abri espaço para ele e o deixei a sós com ela. Já Lautner colocou o buque ao lado de sua lapide e voltou a olhar.

- Depois de tudo você ainda consegue vir aqui? – Perguntou de maneira sincera. – Por que?
- Eu não sei. – Sorri. – Lily e Harry estão aqui e eu só consigo seguir em frente imaginando que eles foram capazes de fazer o mesmo.
- Vi você no jornal, Taylor. – Lautner sorriu fraco. – Dizendo que Miley não era a única culpada.
- Sei o que fiz. – Baixei a cabeça. – Você pediu para parar e eu parei.
- Não sei se você lembra, mas foram tempos agoniantes ficar naquele lugar sem ter uma resposta e você foi responsável por nos dar respostas mesmo que você tenha sofrido por isso. – Lautner se aproximou. – Quando pedi para você parar de dizer que existia outros responsáveis, quis dizer para você não machucar na nossa ferida. Pensar na família de Lily, na sua, em todos que acompanharam.... Eu

Arrumei meu cachecol e entrei a rosa que carregava nas mãos. Coloquei em frente a lapide de Lily.
- Vou deixar você sozinho. Irei ver Harry agora.

- Taylor... – Ele chamou-me.

Virei para trás.

- Você tem que parar de culpar a si mesma por tudo que aconteceu. É um fardo muito grande para uma só pessoa.
- Não quando eu tenho o sangue deles nas mãos.

***
- O que achou? – Cher e Karlie vieram em minha direção.
- Confesso que não prestei tanta atenção. Não era você desfilando. – Sorri.
- Fala sério, Theo. Demoramos meses para fazer essa coleção. – Cher respirou fundo. – Eles vão assinar.
- Não entendo nada disso, mas são bonitas. – Abracei-a. – Você já conseguiu.

Cher deu um longo selinho e passou a mão nos meus cabelos de forma deliciada.

- Falou com Taylor? – Karlie perguntou.
- Já faz algumas semanas que não conversamos. – Respondi sério. – E você?
- Não falo com ela já faz um bom tempo. – Karlie fingiu um sorriso. – Ela deve estar bem.
- Irei voltar essa semana para vê-la. – Contei.
- Eu vou para Croácia na próxima semana. – Cher com desconfiança no olhar.

Levantei e dei o lugar para ela sentar.

- Não posso acompanhar você em todos os desfiles. – Lamentei. – E Taylor é uma grande amiga, na última vez que conversamos foi uma briga e eu não quero que ela pense que não estou no lado dela.
- A questão é que ela não esqueceu essa história depois desses anos. – Karlie.
- Você já se colocou no lugar dela para saber se esqueceria? – Desafiei Karlie com ignorância.

Ambas ficaram mudas e encarando uma a outra.

- Cher. – Agachei em sua frente. – Eu amo você, sabe disso, mas você tem que confiar em mim.
- Confio. Lembro que Taylor levou você para o buraco...
- Ela não levou ninguém a lugar nenhum além da verdade. Era o que ela sempre procurou e se vocês querem saber.... Ela tem razão quando disse que Miley não era a única culpada, só não conseguiu provar. É um fardo muito grande sobreviver e lidar com tudo que ela lidou.

***

- Em breve você vai se formar, Vanessa. – Sorri e abracei-a.
- Você é o que eu mais tenho que agradecer, professor Jacob. – Retribuiu o abraço. – Estou meia atrasada em comparação a minha turma, mas antes tarde do que nunca, certo?

Vanessa sorria com nervosismo e ansiedade.

- Fique calma. – Falei. – Você está linda nesse vestido e sairá daqui como uma ótima advogada.
- Tudo porque você ajudou muito.
- Todo o credito do seu sucesso até aqui e futuramente é seu. – Segurei em seus braços. – Só seu. Eu sou só um professor de literatura.
- Que foi meu amigo durante todo esse tempo e ajudou a limpar meu nome. – Vanessa enfatizou.
- Foi um prazer. – Sorri.
- E como foi com ela em Massachusetts? – Vanessa perguntou.
- Não foi como esperava, mas não vamos pensar nisso. – Respondi.
- Acho que Taylor não quer ninguém que lembre o passado. – Vanessa sugeriu. – Ela que está perdendo, professor.
- E você? Resolveu o que quer?
- Sobre Zac e Ashley? – Demos risada. – Eu estou sozinha no momento querendo andar com minhas próprias pernas. Nós somos grandes amigos. Devo muita coisa a eles, foram os únicos acreditarem na minha inocência. Só que aos poucos fui me afastando. Nós vemos sempre. – Vanessa falou de forma maliciosa. – Só que não é nada sério. Para ser sincera, eu não consigo escolher apenas um deles.

***
- Pode entrar. – O guarda autorizou.
- Demi! – Miley sorriu. – Finalmente voltou aqui.
- Estive ocupada. – Respondi. – Como está, Miley? O que aconteceu com seu rosto?
- Uma briga, nada demais. – Respondeu com pouco caso. – Como você está?
- Bem. – Miley sentou. – Faz muito tempo desde que veio aqui, você prometeu vir todo mês.
- Estive ocupada. – Repeti.
- Estou aqui por nós duas. – Miley cobrou. – Arranjasse tempo para mim.
- Prometo vir toda semana até chegar seu dia. – Sorri. – Está nervosa?
- Claro! – Miley riu. – Estar no corredor da morte nunca foi parte dos meus planos, mas sempre nos adaptamos com que a vida nos da. – Miley forçou certa positividade.
- Está marcado para quando?
- Daqui duas semanas. – Miley bufou. – Já fiz minha lista de convidados e escolhi o que vou comer na semana. – Riu. – Você virá?
- Claro. Quem chamou?

***
- Nick. – O chamei. – Veja o que chegou.

Nick saiu da cozinha e pegou as correspondências da minha mão. Ele abriu a primeira que vinha da penitenciaria onde Miley estava presa. Ele devorou a carta.

- Está nos chamando para ir no dia sentença de morte dela. – Nick engoliu a seco.
- Você quer ir? – Perguntei.
- Seria a primeira vez que veria ela desde o tribunal. Ela nunca quis nos ver. – Nick jogou a carta no chão. – Não vale a pena.
- Eu quero ir! – Falei seria. – Você tem suas frustações sobre ela, mas também tenho a minha.
- Selena, temos a Julie. – Nick. – Nossa filha. Prometemos esquecer disso por ela.
- Por isso mesmo eu vou. – Fui até Nick. – Preciso ver com meus olhos que ela não irá mais perturbar nossas vidas de longe. Não irá existir.
Nick pensou muito e pegou Julie no quarto que começava a chorar.
- Tudo bem. Vá sozinha. – Ele sorriu. – Apenas não quero que te machuque.
- Ela não pode me machucar mais.

Peguei Julie de seu colo e o beijei lentamente. Ele nos abraçou e beijou a testa de Julie.

- Ela não pode mais nos tocar. Somos uma família, Nick, lembre-se disso.

***
- Katy, está pronta?
- Me diga você se estou.

Fechei minha mala e virei de costas, Katy estava nua na porta do banheiro. Sorri desajeitado e balancei a cabeça ao saber o que viria agora.
Katy veio em minha direção e puxou-me pela gravata indo em direção a cama. Comecei a tirar minhas roupas sem separar nosso beijo quente.

- Só não podemos nos atrasar. É hoje o dia que Miley...
- Eu sei. – Katy tampou minha boca. – Não fale dela agora, aproveite sua vista.

***
- Eu preciso dar apoio a Miley. – Insisti enquanto me arrumava.
- Depois de tudo que ela fez. Não entendo, Demi.
- Joe! – Segurei seu rosto. – Ela precisa de apoio e eu sou essa pessoa para ela.
- Miley fez tanto mal as pessoas que eu não entendo como pode ser boa para ela. – Joe alisou meu rosto. – Apenas tome cuidado e se Taylor aparecer...
- Que apareça, não faz diferença para mim. – Dei um beijo em Joe. – Fique tranquilo.

***
Desci do taxi e vi Jared parado na entrada da penitenciaria.

- Ela convidou você também? – Perguntei com uma longa distância.
- Sim. – Jared jogou a bituca do cigarro no chão. – Como você está, Taylor?
- Vou bem. – Sorri.
- Espero que seja verdade o que diz. Depois do que vi sobre você.... Tenho arrependimentos de contar tudo o que aconteceu. – Jared tentou se aproximar. – Eu nunca vou te machucar.
- Não tenho medo disso, apenas não quero você perto de mim. – Olhei em volta. – Só queria arrumar as coisas que estão erradas, mas já me importo com isso.
- Você sabe que não é possível isso. – Jared começou a andar para dentro da penitenciaria.

Acompanhei ele alguns passos atrás. Passamos por toda a segurança e fomos guiados a um corredor frio e branco onde estava Demetria, Selena, Taylor Lautner, os detetives Katheryn e John. Fiquei no canto do corredor sozinha, Jared ainda estava próximo, mas sem manter nenhum contato comigo.
Demorou um bom tempo para entrarmos em uma pequena cabine escura. Sentamos afastados uns dos outros sem conversar. Tudo ficou claro quando acenderam as luzes da sala que iriamos assistir Miley ser executada. Não demorou muito para ela chegar algemada, pela primeira vez, vi Miley com uma expressão séria e medonha. Sentia o medo em seu olhar. Ela olhou para todos nós e não fez nada além de sentar na cadeira. Colocaram as amarras nela.

- Quer dizer suas últimas palavras? – O médico perguntou.
- Demi... – Miley limpou a garganta rouca. – Você não cumpriu sua promessa de me visitar, deixou que meu nome seja esquecido, não deu o que prometeu a mim por estar aqui e por isso digo que Taylor estava certa em dizer que não agi sozinha. Você tem uma inimiga aí, Taylor!

Todos ficaram em choque e Demi começou a rir.

- Tenho arrependimentos, mas não por esse momento. Apenas lamento pelos meus pais não terem coragem de vir aqui hoje, apenas digam que eu os amei muito e talvez não imaginem, mas amei Nick o quanto pude. – Miley encarou Selena. – E você também. Só isso que gostaria de dizer.

Ficamos parados e o detetive John me olhou e deu sinal sobre Demi. Ignorei. Quando fui atrás dele, ele apenas riu e mandou esquecer tudo isso. Eu esqueci.
Aplicaram grandes doses de injeções no corpo de Miley. Minutos depois ela começou a tremer na maca babando em sua roupa. Sua agonia tocou meu corpo e durou minutos que pareciam hora. O monitor cardíaco que estava conectada começou a apitar dando sinal que ela já tinha morrido.
O médico desligou as maquinas e as luzes deixando tudo escuro novamente. Ninguém levantou, apenas ficando ali relembrando os minutos atrás. Seu último suspiro de uma vida cheia de escolhas ruins como todos nós aqui presente fizemos.
Levantei e sai correndo procurando um banheiro. Vomitei todo meu café na privada. Sai lavando minha boca e comendo todas as balas que achava pela bolsa.
Sai do banheiro e alguns já tinham ido. Taylor Lautner sorriu ao me ver e abraçou-me, dei leves tapas em suas costas.

- Ela deu razão a você, não tinha porque ela mentir e isso me faz pensar que você estava certa.
- Taylor... Eu demorei muito tempo para esquecer isso e eu não quero viver novamente em volta de tudo isso. Eu quero uma vida que possa me orgulhar e não será colhendo frutos da Miley ou Demi.
- Você tem razão. – Ele sorriu. – Só queria dizer que você está certa e eu devo desculpas.

John veio falar comigo com as mãos entrelaçadas com de Katheyrn.

- Se você for investigar, faça isso sem mim. – Avisei.
- Você me avisou e eu não quis de ouvir, Taylor. – John tentou me alcançar. – Se você pudesse me ajudar novamente.
- Não farei isso. – Respondi ainda calma. – Veja, todos vocês fizeram com que todos imaginassem que estou louca e eu desisti de coisas para colocar Demi no lugar da Miley, onde ambas pertencem, na verdade. Vocês desacreditaram. Todos. Não irei ao fundo do poço por isso, não mais.

Sai andando o mais rápido que pude e sai da penitenciaria olhando para trás pela última vez. Todos seguiram seus caminhos em diferentes sentidos ao sair.

***
- É engraçado como voltou no ponto que paramos.

Sorri e beijo-o novamente com mais paixão. Ele colocou meus cabelos para trás e segurou na minha nuca. Juntos fomos guiados para cama onde ele tirou sua camisa, passei a mão pelo seu corpo. Ele voltou a me beijar e tentou tirar minha camisa. Segurei suas mãos e olhei nos seus olhos que não entendia minha hesitação.

- Taylor, eu não consigo. – Falei para ele.
- Taylor... – Ele riu ao dizer meu nome e parecer repetir o seu. – O que houve? Você não quer?
- Não é isso. – Respondi alisando seu rosto. – Eu nunca fiz isso depois do que aconteceu.
- Tudo bem. Leve seu tempo.

Taylor Lautner sentou no meu lado e alisou meu cabelo, colocando minha cabeça em seu peito nu. Ficamos juntos durante um tempo e eu ouvia a batida do seu coração.

- Tenho cicatrizes no meu corpo. – Revelei com ar de tristeza.

Fiquei em sua frente e tirei minhas duas blusas, em seguida sutiã e calça. Imóvel em sua frente, Taylor assustou-se ao ver todas as cicatrizes em meu corpo. Ele levantou com os olhos cheios de lagrimas e passou a mão pelo meu corpo de forma delicada.

- De onde foram isso? – Perguntou assustado.
- Essas. – Apontei para minha barriga e peitoral. – São de Vanessa e Justin. – Ri.

Ele continuou passando a pontas de seus dedos entre lá que já não doíam um bom tempo. Ele passou suas mãos quentes em minhas costas.

- Essa é a facada que Miley me deu. – Contei.
- Uau. – Ele exclamou. – Taylor não poderia imaginar. Você é forte demais.

Taylor voltou a beijar meu corpo subindo até minha boca.

- Você tem medo. – Ele pegou na minha mão. – Mas eu nunca vou machucar você.
- Eu sei disso. – Afirmei. - Apenas tenho vergonha disso.
- Não tenha vergonha do seu corpo, Taylor. – Ele passou suas mãos pelas minhas costas. – Isso demostra o quanto você é forte.

***
- Consegue imaginar tudo que nos trouxe aqui? – Ed riu com seu violão nas mãos.
- Ficamos juntos. – Theo completou.

Peguei meu violão que estava no pé da escada. Beijei o rosto de Theo e Ed com um abraço em conjunto.

- Percebem que depois de tudo nunca fizemos isso? Carinhosos um com o outro? – Rimos. – Eu fico feliz por ter vocês dois em minha vida.
- Nós estamos aqui um para o outro sempre. – Theo. – E nem a morte é capaz de nos separar.
- Não quero essa palavra da minha casa. – Ed falou e todos rimos. – Essa palavra de cinco letras ficou aqui por muito tempo.
- E achamos que isso nunca ia passar. – Theo. – Superamos aquilo e deixamos para trás.
- Como vocês superaram, principalmente vocês. – Ed continuou rindo. – Cher superou Liam? O Taylor superou Lily?
- Cher está bem, muito obrigado por lembrar. – Theo sorriu. – Estamos bem. Parece que Demi não liga mais para ela e Liam desapareceu do radar. Felizmente.
- É difícil superar Lily, quer dizer... – Parei por um instante. - Lily é inesquecível em nossas vidas, mas vejo que ele fala menos dela. Eu nunca vou impedir, claro. – Sorri. – Estamos bem.
- Tenho que ser sincero... – Ed balançou a cabeça. – Eu pensava que nós iriamos dividir uma cela juntos.
- Jared, Demi, Liam, Vanessa, nós... – Theo lembrava os nomes. – Todos nós temos um crime que deveríamos pagar, mas todos nós estamos aqui.
- E o Liam? – Ed perguntou. – Sumiu mesmo?
- Como um fantasma. – Afirmou Theo. – Procurei ele no ano seguinte quando conheci Cher. Desapareceu.
- Pode estar morto. – Sugeri.
- Duvido disso. – Ed riu. – Não é justo ele morrer.
- A vida não é justa. Nunca foi. – Dei de ombros. – Se fosse justa... Lily e Harry estaria aqui, Demi na cadeia junto com Miley. Eu também. – Dei risada. – Liam e Jared presos. Ao invés disso temos Demi ainda com Joe como se fosse uma boa mulher, Jared andando livremente pelas ruas e Liam... quem sabe!?
- É... - Theo bufou. – A felicidade e liberdade são para os inteligentes e que sabem jogar. Não é justo, mas cada um buscou aquilo que quis e se terminou assim...
- É porque cada um lutou para que acabasse dessa maneira.

FIM.
É aqui onde nós despedimos de Bad Blood.
Quero agradecer a todos os leitores que acompanharam até aqui e eu espero que tenham gostado da fanfic quanto gostei de escrever e entregar para vocês.
Eu fiz um agradecimento e notas finais.
Obrigada por tudo.
Mirela.
Agradecimentos de Bad Blood.

6 comentários:

  1. Gente, mas que coisa! Eu tô morta!
    O envolvimento de Demi no assassinato realmente me pegou de surpresa, eu achei que ela fazia tudo isso (dormir com o Liam, com o Johnny) só por pura descaração mesmo.
    E quero comentar mais uma vez que não gosto de Nelena, EU FAÇO SHADE MESMO!!!
    Mal posso esperar para as próximas! <3

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    1. A PROXIMA TERÁ NILEY, OK? VOU SOCAR NILEY ENDGAME EM TUDO QUE ESCREVER.
      Pois é, foi surprise bitch até mesmo para mim haha.
      Fico feliz que gostou de tudo e por ter acompanhado todo esse tempo.
      Te amo muito.

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  2. pena que acabou e eu li seu agradecimentos e entendi sua decisao em deixar lacunas no final se um dia decidir continuar espero ler pq eu gostaria muito que demi e os outros pagassem pelo q fez
    bad blood ja é uma das minhas favoritas espero que continue a postar

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    1. Pouco provável continuar um dia, mas deixo a imaginação de cada um imaginar ou escrever uma nova temporada outro finais. Até porque a vida só acaba quando morre, não é? haha.
      Fico feliz que tenha gostado do final e entendido o conceito que quis trazer. Irei trazer novas historias sim.
      Beijos.

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  3. Desculpa o atraso a comentar. Não consegui aparecer mais cedo.
    Sinto pena de não ver a Demi pagando pelo que fez, mas no fim de contas, foi um bom final e isso que escreveu nos agradecimentos finais está certíssimo!
    Pelo menos, gostei do final da Vanessa. O final dela foi digno de quem foi acusada injustamente.
    Vou ficar com essa fic na minha cabeça como uma das minhas preferidas!

    Beijos.

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    1. Não tem problemas, espero que esteja tudo bem.
      Sim, infelizmente a Demi não teve um final de justiça como os outros (incluindo o trio Taylor, Theo e Ed). Fico feliz que tenha gostado do final e do que disse. É realmente importante para mim que entendam esse ponto de vista.
      O final da Vanessa foi algo muito difícil, mas achei uma boa coisa ela ter se formado em direito já que Viola foi de uma grande ajuda e inspiração para provar o quanto ela era inocente e que ela está feliz independente do amor.
      Fico muito feliz que você tenha gostado de Bad Blood. Nunca irei esquecer dela e de seus comentários atenciosos.
      Beijos, Métis.

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