Criminal Case | Quarta Parte.


Meu corpo caia de um edifício de costas, eu via minhas mãos tentando segurar o ar enquanto todo meu pesado desafiava o vento. Era noite, só conseguia ver o espelhado do prédio que caia lentamente, não tinha o porquê lutar. Soltei meu corpo e deixei ele cair sozinho.

- Mamãe. – Escutei Alexa me chamando.

Levantei meu corpo contra a cama e senti alguma coisa na minha garganta, meus olhos estavam pesados. Quando os abri, vi Joe sentado na minha frente. Sua expressão era de pavor, ele falava e eu não ouvia nada. Muitas pessoas começaram a entrar no quarto e diziam coisa que não poderia ouvir. Uma moça me deitou na cama, seus lábios diziam “fique calma”, mesmo sem escutar eu lia seus lábios pela repetição. Tentava entender onde estava, meus olhos ficaram pesados novamente e não consegui aguenta-los, então, fechei.

- Ela já vai acordar. – Escutei.
- O que aconteceu? – Era a voz de Joe.
- Ela deve ter se assustado com o tubo. – A outra voz. – Agora ela vai acordar mais calma, tente dizer uma coisa de cada vez.

Abri meus olhos, Joe pegou na minha mão. Olhei em volta e tinha outras pessoas na sala. Tentei me levantar, mas meu corpo ainda estava adormecido.

- Você sabe onde está? – Perguntaram.
- Parece ser em um hospital. – Olhei em volta. – Estou certa?
- Sim. – A mesma afirmou. – Sabe seu nome?
- Demetria Lovato. – Respondi com uma dor na garganta.
- Na ordem que perguntarei, responda: Lembra o endereço de onde mora, sua profissão e o nome da sua filha.
- Moro na rua 4 com a decima avenida, perto do Memorial do Lincoln, sou detetive na primeira estancia de Washington e o nome da minha filha é Alexa. – Respondi tentando me levantar. – Onde está Alexa?
- Ela está com sua mãe. – Joe respondeu sério. – Demi, você lembra o que aconteceu?
- Sim. – Passei a mão na minha cabeça. – Lembro.
- De tudo? – A enfermeira perguntou.
- É o Wilmer, certo? – Dei uma fraca risada. – Confrontei ele e ele... Ele tentou me matar.
- O que mais você lembra? – Joe sentou no meu lado.
- Só. – Respondi olhando para ele. – Tem mais alguma coisa que não sei?
- Você está certa. O predador de Washington é seu marido, Demi. – Joe falou calmo. – Eu não sei como descobriu, mas vasculhamos sua casa depois do que houve. Encontramos coisas que provam todos os feminicídios.
- E ele? – Olhei para o outro lado do quarto.
- Quando cheguei na sua casa, ele está em cima de você, com as mãos no seu... pescoço. – Joe arrumou sua postura na cadeira. – Houve um confronto entre nós dois, você ainda estava viva e nós lutamos. Eu atirei nele. Dois tiros para ser exato. – Joe parou. – Ele está vivo, está bem e preso.
- Onde foram os tiros? – Perguntei sem olha-lo.
- Primeiro foi de raspão no braço e o segundo alojou no seu braço esquerdo. – Joe explicou.
- O que mais eu não sei?
- Você está cinco dias de coma, ele está preso e diz que dará explicações somente a você.
- Quero ver minha filha. – Pedi.
- Ela está com sua mãe, na casa dela. – Joe explicou. – Você vai ficar aqui por algum tempo. Não está bem, estava quase morta quando cheguei.
- Eu sei. – Falei. – Eu sei como eu deveria estar. – Apertei na mão de Joe. – Obrigada.

***
3 semanas depois.

- Como se sente? – Joe perguntou.
- Estou bem. – Respondi arrumando minha blusa na saia. – E você?
- Antes de entrar, eu acho que devo contar uma coisa. – Joe colocou o braço na frente da porta. – Quando eu comecei a brigar com ele, Wilmer me falou uma coisa... disse que nós dois tínhamos um caso. – Joe riu. – Ele tinha certeza disso, mas depois ele disse que te amava para te perdoar.
- Me perdoar? – Comecei a rir.
- Então, eu acho melhor você ir sozinha. – Joe sugeriu. – Confronta-lo sozinha.
- Uma vez você disse isso, ele escreveu aquela carta dizendo que meu casamento estava fadado ao fracasso. Tive medo e culpei você por isso. – Falei. – Não era culpa de nenhum de nós. Ele tinha razão porque iria acabar uma hora, não iria descansar se não o pegasse. Então, você vai entrar comigo lá dentro.

Ele concordou com a cabeça, abri a porta para sair, mas Joe fechou novamente. Começamos a rir, ele pegou na maçaneta para abrir e deu um tempo.

- Demi... – Ele começou.

Deslizei minha mão no rosto de Joe e o beijei. Seu rosto foi para trás automaticamente para afastar, ele parou, me olhou por alguns minutos e voltou a me beijar. Nosso beijo foi lento e intenso, tornou-se longo e quente. Joe se afastou com um impulso e me encarou por alguns segundos.

- O que...? – Ele começou a rir.
- Eu não sei. – Respondi rindo. – Mas foi...
- Bom. – Ele completou.

Joe abriu a porta novamente e saímos um atrás do outro, seguimos pelo corredor da penitenciaria. Entramos na primeira sala, pelo espelho via Wilmer algemado com seu advogado ao lado. Era a primeira vez que vi ele depois daquele dia. Meu corpo ficou quente, segurei meu nervosismo quase nítido. Peguei na maçaneta e pensei um pouco, soltei e abri seus arquivos novamente. Respirei fundo e abri a porta.
Sem olha-lo, sentei em sua frente, esperei Joe sentar ao meu lado. Abri todos os arquivos que carregava na mão. Via Wilmer me olhando no reflexo da mesa branca.

- Vamos começar. – Falei olhando para as fotos em minha frente.
- Hoje é 18.09.2016 ás 10:19am. Interrogatório oficial de Wilmer Walderrama, acusado de cinco homicídios qualificados e duas tentativas de homicídio. – Joe anunciou para o gravador. – Na sala de interrogatório está detetive Joseph Jonas, Demetria Lovato, o acusado Wilmer Valderrama e seu advogado Louis Dantas. – Joe me olhou. – Wilmer, você tem noção das suas acusações?
- Sim. – Ele respondeu, tentei ficar calma ao ouvir sua voz. – Demi? – Ele chamou.
- Você deu condições sobre sua confissão. – Falei. – Minha presença, estou aqui. – Continuei. – Vamos começar com Lisa Wapasha, ela foi sua primeira vítima?
- Sim. – Ele respondeu.
- Explique. – Ordenei e o encarei pela primeira vez. – Detalhadamente.
- Achei ela em um site de relacionamento, ela era terrível. – Wilmer começou. – Não existe detalhes sobre como achei ela. Mas eu sabia que tinha que ser ela. Então, eu esperei e invadi sua casa. Quando a encontrei, ela estava dormindo. Eu não poderia fazer com ela dormindo, então, deitei ao seu lado, a abracei e esperei com que ela acordasse. Não demorou muito, ela me sentiu ao seu lado. Ficou assustada, tentou fugir, mas não tinha jeito. Era ela.
- Como fez? – Perguntei.
- Deitei ela na cama e prendi seus braços entre minhas pernas. Ela tentava se debater, como você tentava. – Wilmer me encarou mais perto. – São fracas, mas na primeira vez eu estava assustado, com medo. Eu não conseguia fazer isso com minhas mãos, era estranho a sensação. Mas eu estava excitado com aquilo, ela olhava para mim com um medo. – Wilmer começou a rir. – Eu peguei o cadarço do meu tênis, foi mais fácil, mas eu não senti tanto prazer quanto em Sophia.
- Quer falar de Sophia? – Perguntei.
- Ela foi a segunda. – Wilmer sorriu. – Sabia o horário que ela chegaria, todos os dias ela chegava ás 01:00, alguns dias bêbada. Estava escondido no seu armário e naquele dia ela mal chegou, foi para cama. – Wilmer riu. – Ela começou a se tocar, com muita vontade. Com seus dedos, ela sentia tanto prazer em si mesma. Então, esperei ela terminar.
- Você assistiu? – Perguntei com um olhar de nojo.
- Sim. – Ele sorriu. – Esperei ela sorrir, gemer tanto de prazer com ela mesma e gozar. – Wilmer começou a dar gargalhada.
- Qual é a graça? – Joe perguntou?
- A Sophia levava um homem para casa todos os dias, todos os dias..., Mas naquele dia não tinha ninguém para satisfazer a sede sexual ela, só restou ela. Por um minuto pensei em ajudá-la, porque... ela era ridícula. Agia como se outros homens fossem objetos para ela.
- Homens não tratam as mulheres assim? Só para um sexo casual, uma noite... – Falei. – Ela fazer o mesmo era ridículo para você?
- Ainda é. – Wilmer afirmou. – De qualquer maneira, eu tinha que limpar ela. Admito, foi excitante ver ela nua, gozando com tanta vontade. Eu fiquei excitado, deitei por cima dela e acariciei seu pescoço até ter força.
- Mas você não tem força em suas mãos. – Joe afirmou. – Então, você apertava e afrouxava para sua mão descansar e ela sofrer mais para buscar ar.
- O porquê da caneta? – Perguntei. – Deixa-las em uma posição e contorná-las.
- Não. – Wilmer elevou seu tom de voz. – O contorno eu fiz antes. Antes mesmo de conhecer Sophia já imaginava ela deitada no chão como a escultura de Hermafrodita. – Wilmer me olhou por alguns segundos sério. – Achei que saberia, quando visitamos o Louvre, você viu como fiquei fascinado com aquela escultura. Ela combinava com a beleza de Sophia, eu tinha que reviver. Depois de tudo, a coloquei lá, na perfeita posição.
- Era uma questão de arte, então? – Perguntei.
- Sim, todas as fotos ficaram artísticas. Você deve ter visto. Ele viu na minha frente. – Aponto para o Joe. – Acho que ele gostou do que viu porque todas ficaram tão boas quanto os originais.
- Fale agora da Jade Campbell, você não a limpou. Apenas deixou em seu quarto, no chão.
- A Jade queria sair comigo uma vez que a segui no bar, estava sentado no seu lado e ela deu em cima de mim mesmo com aliança. – Wilmer olhou para sua mão. – Ela me mandava algumas mensagens no site de encontros. Uma delas era ela nua. No mesmo momento que vi, lembrei de Vênus do Milo. Seu corpo era escultural quanto da estátua. Era bela, não queria que ela sofresse em minhas mãos e fiz o máximo que pude para isso, mas seus olhos assustados fixados no meu era excitante. Meu pênis tocava em sua pele de tão duro.
- Foi bom a sensação de poder, pela primeira vez, ter poder. – Falei de modo provocativo. – Você acelerou quando seguiu Anne Hendrix. Ela sobreviveu e tudo desmoronou com isso, matou o irmão dela e a deixou viver.
- Eu achei que era um homem qualquer que ela usaria naquela noite. Mas ele estava determinado a defende-la e quando você me disse em casa que era o irmão. Tive um arrependimento. – Wilmer lamentou. – Deveria ter sido ela.
- Você ainda se aproximou da vítima após acorda-la do coma.
- Demi, você me pediu para ir. – Wilmer riu. – Você colocou a vida dela em perigo, não eu.
- Então, você admite que esses crimes são relacionados a crime do gênero. – Joe falou.
- Ei, espera. Deve mais uma vítima. – Wilmer interrompeu Joe. – Demetria Lovato, minha esposa. Jamais machucaria ela, deu à luz a nossa linda filha, Alexa. Apesar de muitas coisas acontecerem entre nós, era bom, eu a amo muito.

Estremeci o rosto e fechei meus olhos ao ouvir suas palavras.

- Conheci ela alguns anos atrás, foi amor à primeira vista e ela preencheu o ódio que eu tinha. Mas depois que Alexa nasceu, Demi quis voltar a trabalhar, ela nunca me perguntou se eu queria trabalhar. Eu fiquei em segundo plano, como uma babá da nossa filha. Mal dava atenção para a pequena Alexa, pouco fazia. Aquele ódio voltou, mas eu nunca pensei em descontar nela porque era tudo tão bom. Todo o sexo selvagem que fazíamos de madrugada, como os olhos dela mostravam amor e tesão. – Wilmer elevou seu tom novamente e sorrindo. – Era maravilhoso! Mas ela tocou na minha ferida, ela trouxe de volta tudo que perdoei nela. Inclusive a traição.
- Tem provas que ela te traiu? – Joe perguntou.
- Minha intuição nunca falhou. – Wilmer encarou Joe. – Você deixou claro o desejo de tê-la, de querer tomá-la de mim.
- Você é fraco, nojento e podre. – Comecei a falar. – Você conta como tivesse orgulho de ser um covarde e fraco. Um estuprador, você abusou dessas vítimas, você é um predador misógino. É horrível você ver que existe mulheres na posição que você sempre quis, você tem ódio das mulheres porque sua mãe te deixou na infância. Você chora de noite sonhando com ela, chamando seu nome porque ela deixou você, ela se matou e você se culpa por ser motivo. Odeia as mulheres por serem livres que nem sua mãe era até ficar com você. – Comecei a gritar. – Eu vou fazer você pagar por cada mulher que você tocou e matou, vou fazer você sofrer. Não será fácil uma pena de morte, a morta seria muito boa para você. – Levantei e empurrei Wilmer. – Você vai morrer dentro de uma cela podre e vou fazer você lembrar todos os dias o quanto nojento você é.
- Você diz mulheres, mas nunca fala do Charlie Hendrix. – Wilmer sorriu. – Ele não vale nada?
- Eu sei que ele foi apenas um acidente, você disse que não queria. Lamentou a morte dele. – Falei. – Você também vai pagar por isso. Será esquecido em uma cela e Alexa nunca vai saber quem foi o pai dele, ela tem apenas três e irá esquecer que um dia teve um pai ou ela poderia ter um pai. – Olhei para Joe. – Um pai que ela teria orgulho de chamar assim, enquanto eu farei você apodrecer e pedir um cinto para se matar, eu vou levar você, Wilmer, para o fundo do poço, para a falta de humidade e ninguém vai olhar para você, ninguém vai ajudar você.

Wilmer fechou seu sorriso e me encarou por alguns minutos. Joe levantou e segurou na minha cintura e disse para sairmos. Inclinei minha coluna para trás e Wilmer cuspiu na minha cara, passei minha blusa para limpar. Joguei a minha pasta na cara dele e atravessei a mesa por cima para apunhala-lo, Joe me segurou no ar e me empurrou para saída. Saímos e ela fechou a porta, alguns guarda correram para conter Wilmer. Alguns minutos depois, Wilmer saiu algemado, ele riu ao me ver. Joe correu para cima de Wilmer, outros policias seguraram Joe.

- Demi! – Wilmer gritou. – Pode fazer o que quiser, mas Alexa continuará sendo do meu sangue e sendo fruto de todo nosso sexo. – Ele gritou.

*** 
- Feliz aniversário! – Gritamos.

Alexa encheu seu pulmão de ar e tentou apagar suas velas, falhou e Joe a ajudou. Peguei uma faca e a ajudei a cortar seu bolo.

- De quem será o primeiro pedaço? – Perguntei.

Alexa fiz uma cara de dúvida para mim e depois para Joe, ela sentou no chão e começou a comer sozinha o bolo.

- Para nenhum de nós? – Joe perguntou.
- Para mim. – Ela afirmou.

Peguei Alexa e a sentei no sofá, peguei um pedaço de bolo e sentei no colo de Joe. Começamos a comer juntos, deitei no seu peito e ele passou a mão na minha barriga.

- Não iremos querer que Serena nasça viciada em chocolate. – Joe riu.
- Não sabemos se será Serena ainda. – Respondi. – Estou de cinco semanas ainda.
- Eu sinto. É uma garota. – Joe falou. – Ou Serena, ou Vênus porque elas farão uma dupla de jogadores igual as irmãs Williams. – Joe começou a rir olhando para Alexa.
- Quando disse que estou de cinco semanas, não disse sobre os nomes e sim o que podemos fazer. – Beijei Joe e comecei a rir. – Entendeu?

Joe levantou comigo no colo.

- Alexa, já voltamos. – Joe disse rindo.

Ele correu para o quarto e me deitou na cama, tirou sua camisa e levantou meu vestido. Começou a beijar minhas pernas e passar a mão nos meus mamilos com leveza. Joe me olhou sorrindo, tirou sua bermuda enquanto eu tirava meu vestido. Puxei seu corpo para a cama pela cueca e a tirei, Joe me beijou enquanto massageava seu pênis.

- E se você um trio de jogadores? – Perguntei.
- Não. – Joe parou. – Está falando sério? – Ele começou a rir.
- Sim. – Afirmei.
- São gêmeos? – Ele me puxou para seu corpo.

Joe passou a mão pelas minhas costas e me virou contra seu corpo, me deitando na cama, suas mãos deslizavam nas minhas costas, pegou no meu ombro e fez um rápido movimento de massagens. Senti suas pernas entre as minhas, ele penetrou com leveza e fazia rápidos movimentos. Relaxei meu corpo na cama, segurei nos lençóis. Joe deitou seu corpo em cima do seu sem soltar seu peso, cada movimento me deixava ainda mais molhada. Nossos gemidos entraram em sincronia com nossos movimentos.
Olhava pela janela a luz do sol refletindo em nossos corpos e deixando tudo mais quente e prazeroso. Andei cega nas sombras durante muito tempo sem nunca perceber, uma falsa sensação de estar tudo bem e fiquei assim ainda depois de tudo acabar. Passou um ano e eu não me vejo da mesma forma de antes. Eu sinto a luz na minha vida e o amor. Todo o ódio saiu do meu corpo e como cada movimento que fazemos, eu reproduzo amor. – Mais forte, eu dizia. E giramos nossos corpos, estava por cima agora.

- Eu te amo tanto. – Joe falou ofegante.

Passei a mão pelo seu peito e rebolava no seu colo, sorri. – Também te amo tanto, falei olhando para seus olhos que fixavam nos movimentos do meu corpo. Algo quente invadiu meu corpo, minhas pernas estremeceu, deitei sob seu corpo e relaxamos juntos.
Aqui está a última parte do curta. Espero que realmente tenham gostado.

2 comentários:

  1. MENINA QUE FINAL FOI ESSE?
    O TIRO FOI EM CHEIO NO MEU CORAÇÃO ESTOU JOGADA NESSE EXATO MOMENTO!
    eu amei, amei, amei!
    o wilmer bem afrontoso, não vou mentir adorei mas a demi pisou bonito na cara dele.
    EU DEI BERRO ATRÁS DE BERRO ENQUANTO LIA!
    Alexa é muito fofa e eu me apaixonei por ela.
    o beijo jemi, o momento hot no final, tô só suspiros.
    eu amaria se você fizesse ela mais detalhada e em uma temporada, pensa com carinho, esse tipo de fanfic me prende muito e iria amar ler.
    essa mini fic já é uma das favs e já está guardada no meu coração.
    eu vou tentar acompanhar a próxima fanfic, ok? bjs amor

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  2. Thaysa Salles delayed as usual, but always shining.
    Mirelinda, o final dessa curta me deu uma notalgia porque Wilmer era sempre o vilão HAHAHAHAHAHA adoro, não vou mentir. Eu shippo Jemi até hoje mas, é claro, nada se compara ao casal de ouro vulgo Cyrus e o Jonas mais novo. Sou apaixonada!
    Mas enfim, voltando ao fim da curta: foi maravilhosa! Tiro atrás de tiro! Essa cena da Demi com o Wilmer, puta que pariu... Que homem cínico. Meu amor por Joseph aumenta cada dia mais, só não digo vem ni mim porque já sou comprometida com o Nicholas risos risos risos
    Beijos mozi, amo você! <3

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